“Trabalho com juventudes: metodologias e experimentações que nos aproximam desses públicos.”

Cursos Neca 2026
on-line
Curso: Trabalho com juventudes: metodologias e experimentações que nos aproximam desses públicos
Realização:
Agosto: dias 04, 11, 18 e 25, das 08h às 12h
Carga horária total: 16 horas: serão 4 encontros de 4 horas
ATENÇÃO: As turmas são formadas com um número mínimo de participantes. Além das datas aqui fixadas, estamos propondo a formação de novas turmas.
É POSSÍVEL NEGOCIAR AS DATAS COM A COORDENAÇÃO DOS CURSOS.
E-mail: anazagatti@neca.org.br
Plataforma de interação: Zoom
Formação 100% ao vivo. O professor estará on-line e ministrará a formação em tempo real, nos dias
e horários definidos na programação. Os recursos disponíveis na plataforma permitem interação entre professor/a e alunos/as durante toda a formação por áudio, por vídeo e por meio do chat.
Cada aula terá um link de acesso específico. Os links de acesso serão enviados ao/á aluno/a para o e-mail
informado no formulário de inscrição.
Recomendamos a utilização de um computador ou notebook por aluno/a para que os recursos possam ser utilizados na sua totalidade e o aproveitamento seja o melhor possível.
Caso o acesso seja feito pelo celular, será necessário baixar o aplicativo do Zoom.
O Suporte Digital do Neca abrirá a sala com 15 minutos de antecedência, liberará os acessos e ficará disponível durante toda a aula, auxiliando alunos/as e professores/as nas atividades propostas e eventuais dificuldades.
Professor responsável:
Lucas Carvalho – Educador Social, tem graduação em psicologia. É consultor na área da infância e juventude. Atua com capacitação e
supervisão clínico-institucional de trabalhadores de Serviços do SUAS.
Facilitador de processos de convivência e fortalecimento de vínculos para jovens em Serviços de Acolhimento institucional. Atuou no Programa Refugiados Urbanos, do Projeto Quixote – voltado para o atendimento de crianças e jovens em situação de rua no centro de São Paulo.
Atuou na equipe do Instituto de Psicologia da USP no atendimento em Plantão Psicológico de jovens
nas unidades de internação da antiga Febem. Participou da construção da
Metodologia “Quadros” e do livro “Vozes e Olhares: uma geração nas cidades em
conflito”, ferramenta disparadora de conversa com jovens em situação de
vulnerabilidade, sendo finalista do Prêmio Tecnologia Social da Fundação Banco
do Brasil,
Justificativa: Ninguém educa ninguém, ninguém
educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.
(Paulo Freire).
“O país já conta com mais de 47 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos. As políticas públicas de juventude adotam como princípios a consideração da autonomia e a emancipação dos jovens,
valorizando e promovendo a participação social e política, de forma direta e por meio de suas representações. E o que é emancipação? É a trajetória de inclusão, liberdade e participação do jovem na vida em sociedade. A promoção da criatividade e da participação dos jovens no desenvolvimento do país também são considerados princípios, reconhecendo o jovem como sujeito de direitos universais, geracionais e singulares e promovendo o bem-estar, a experimentação e o desenvolvimento integral de cada um. O Estatuto também reforçou que é obrigatório ter respeito à identidade e à diversidade individual e coletiva da juventude e promover a vida segura, uma cultura da paz, de solidariedade e de
não discriminação. o diálogo é valorizado, bem como o convívio do jovem com as demais gerações.”
(https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/20202/agosto Estatuto_da_Juventude_em_Revista_V08.pdf)
O discurso do “temos que dar voz aos jovens” pressupõe que as juventudes estão silenciosas, emudecidas, quando, na verdade, são os adultos que seguem em ‘surdez seletiva’, silenciando
e oprimindo. Adultos que tratam as adolescências como um distúrbio, como “aborrescentes”, como uma virose que vai passar.
Quem se importa sobre como as juventudes de nosso país têm manifestado seus afetos – fragilidades emocionais, desesperança, posicionamentos críticos e criações – sente dores e alegrias. As dores de presenciar e constatar as vulnerabilidades relacionais e as violências produzidas pela sociedade, que acometem os jovens. As alegrias em acompanhar os movimentos de re-existência em espaços coletivos, do pulsar de vida, da força juvenil, do esperançar.
Assim, se faz mais que urgente qualificarmos nossa atuação junto à essas juventudes, compartilharmos as
potências vividas em nossos territórios e construirmos novas propostas para os desafios que estamos vivendo em nosso ofício.
Objetivo:
v Vivermos uma experiência de mútua companhia e construção de cuidados e reflexões sobre nosso ofício, numa proposta de um espaço horizontal, democrático e libertário.
v Conhecer e experimentar metodologias facilitadoras de Bons Encontros nos trabalhos individuais e com grupos de jovens.
v Refletirmos sobre os desafios que tem se apresentado em nossas práticas socioeducativas no contexto atual de pós pandemia.
v Construirmos juntos possibilidades e caminhos para trabalhos em grupos com as juventudes no território.
Público a ser alcançado:
Profissionais que atuam (ou que desejam atuar) direta ou indiretamente com juventudes, em Serviços e projetos no campo da Assistência Social e nas Escolas.
Metodologia:
v Através de diferentes recursos e experimentações, desenvolveremos construções conceituais e práticas em arte-educação que apoiam a nossa atuação junto às adolescências.
v Produziremos um intercâmbio de saberes e metodologias entre todos os participantes, compartilhando as ações que já estamos realizando e construindo novas propostas para realizar em nossos territórios.
Conteúdo Programático:
v Juventudes.
v As Juventudes nos serviços de Proteção Social e nas Escolas.
v Os impactos da Pandemia nas juventudes em seus territórios: Escutar para buscar ações.
v Metodologias potencializadoras de Bons Encontros.
Sobre o curso:
“Descobri que para se fazer bem-feito, o querer tem que vir de dentro, do coração, da alma, do desejo de
realmente fazer para transformar. Descobri que o conhecimento teórico é importante, porém, se entregar nas experiências é permitir se aprofundar e fechar com chave de ouro esse conhecimento.”
“O privilégio de estar com pessoas engajadas/motivadas. A riqueza que me trouxe possibilidade desse
encontro; A clareza de que o grupo é um lugar de pertencimento das adolescências; A certeza de que para estar perto do outro, tenho que estar perto de mim primeiro.”
“Saio daqui com vontade de aplicar muito do que conheci com o serviço e os usuários do meu trabalho. Saio com a certeza de que não estou sozinha nessa luta e que precisamos multiplicar cada vez mais. Saio com mais fôlego pra continuar a luta!”
“Saio daqui cheia de ideias e materiais para aplicar no trabalho. com o desejo de proporcionar novos
encontros entre eu e eles, novos sonhos e desejos nesse trabalho.”
Investimento: Valor por inscrição: R$ 470,00 (Quatrocentos e setenta reais).
Consulte desconto na inscrição de 3 ou mais técnicos da mesma instituição.
Forma de contratação e pagamento: Empenho – Transferência Bancária, Boleto ou Pix.
Certificação:
• O Certificado Digital será encaminhado por E-mail, no prazo de 5 dias úteis, após o término de cada
formação.
• É proibida a captação de som ou imagem das aulas, bem como o seu compartilhamento por qualquer meio de comunicação ou mídia eletrônica.
• A confirmação do curso e sua realização nas datas programadas está condicionada a um número mínimo de inscritos/as com participação confirmada.
• Este curso pode ser oferecido exclusivamente para seu município.
• Outras formações poderão ser elaboradas de acordo com a sua demanda.
• Mais informações pelo e-mail: cursos2026@neca.org.br;
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