NECA abre inscrições para os novos cursos do segundo semestre de 2026!

São cinco formações on-line e ao vivo voltadas a profissionais que atuam na garantia dos direitos de crianças, adolescentes e famílias.
👀 Conheça as novidades:
🏡 Acolhendo com Cuidado: Formação sobre acolhimento em Família Acolhedora, com Sara Luvisotto.
📅 1, 2, 3, 8, 9 e 10 de setembro, das 8h às 12h
🧠 Fundamentos de Saúde Mental para SAICAs, com Milton Fiks.
📅 8, 14, 21 e 28 de setembro, das 7h30 às 10h30
📋 Gestor do SUAS em Ação: Competências técnicas, responsabilidades jurídicas e estratégias para uma gestão qualificada, com Giany Povoa.
📅 15, 22, 29 de setembro e 6 de outubro, das 8h30 às 11h30
🤝 Convivência que Protege: Fundamentos e práticas do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos no SUAS, com Giany Povoa, Maria Angela Maricondi e Samara Xavier.
📅 22, 24, 29 de setembro e 1, 6, 8, 13 e 15 de outubro, das 13h às 16h
🕊️ Práticas Restaurativas, com Maria Elizabeth Seidl Machado e Telma Gutierres de Souza.
📅 20, 22, 27 e 29 de outubro, das 13h30 às 17h30
👉🏼Todos os cursos são 100% ao vivo, com certificação e foco na qualificação de profissionais do SUAS, do Sistema de Garantia de Direitos e das políticas públicas voltadas à infância, adolescência e famílias.
🔗 Clique aqui para conhecer e se inscrever nestes e em outros cursos do NECA.
Parceria técnica entre NECA e SETASC avança na construção de estratégias para erradicação do Trabalho Infantil em Mato Grosso
Mato Grosso avança nas ações de enfrentamento ao trabalho infantil com a parceria técnica entre a Secretaria de Estado de Assistência e Cidadania (SETASC) e o NECA – Associação de Pesquisadores e Formadores da Área da Criança e do Adolescente –, que vem qualificando equipes municipais e fortalecendo as redes locais de proteção à infância.

Neca participa da posse dos Conselheiros de Direito do CMDCA/SP

o
O NECA, representado pela diretora Maria do Carmo Krehan e a associada, formadora Patrícia Kelly Ferreira, participou hoje (31/07), da posse dos(as) Conselheiros(as) de Direitos do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente/SP, que exercerão o mandato 2024/2026.
(mais…)Fortelecendo o SUAS

o
A Constituição Federal Brasileira de 1988, chamada Constituição Cidadã, confere pela primeira vez a condição de política pública à Assistência Social, constituindo com a Saúde e a Previdência Social o tripé da Seguridade Social. Assim, a Assistência Social deixa de ser assistencialismo e benemerência tornando-se direito do cidadão e dever do Estado.
Em 1993, a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) estabelece normas e critérios para a organização da assistência social, abrindo caminho para a definição de outras leis, normas e critérios objetivos.
(mais…)“Acolhendo com cuidado: Formação sobre Acolhimento em Família Acolhedora”

Cursos Neca 2026
on-line
O grande diferencial!
Os alunos desse curso terão a oportunidade realizar a formação e,
acompanhamento das famílias acolhedoras assim como o acompanhamento dos
acolhidos, famílias de origem/extensa em seus respectivos Serviços de
Acolhimento em Família Acolhedora com a segurança de contar com um
processo de aprendizagem diferenciado, embasado em subsídios técnicos já
consolidados e na sensibilidade de profissionais qualificados através de
mais de 19 anos de experiência prática.
Sara Maria Soares Luvisotto
Nome do curso: Acolhendo com cuidado: Formação sobre acolhimento em Família Acolhedora
Realização:
Mês
Junho: dias 1, 2, 3, 8, 9, 10 de setembro de 2026
Período: Manhã
Horário:das 08h00 às 12h00
Carga horária total:24 horas distribuídas em 6 encontros de
4 horas.
ATENÇÃO: As turmas são formadas com um número mínimo de participantes. Além
das datas aqui fixadas, estamos propondo a formação de novas turmas.
ATENÇÃO: É POSSÍVEL NEGOCIAR AS DATAS COM A COORDENAÇÃO DOS CURSOS.
E-mail: anazagatti@neca.org.br;
Plataforma de interação: Zoom
E-mail: cursos2026@neca.org.br;
O professor estará on-line e ministrará a formação em
tempo real, nos dias e horários definidos na programação. Os recursos
disponíveis na plataforma permitem interação entre professor/a e alunos/as
durante toda a formação por áudio, por vídeo e por meio do chat.
Cada aula terá um link de acesso específico. Os links de acesso serão
enviados ao/á aluno/a para o e-mail informado no formulário de inscrição.
Recomendamos a utilização de um computador ou notebook por aluno/a para que
os recursos possam ser utilizados na sua totalidade e o aproveitamento seja
o melhor possível.
O Suporte Digital do Neca abrirá a sala com 15 minutos de antecedência,
liberará os acessos e ficará disponível durante toda a aula, auxiliando
alunos/as e professores/as nas atividades propostas e eventuais
dificuldades.
Professora responsável:
Sara Maria Soares Luvisotto
Graduada Serviço Social pela Faculdade de Serviço Social Maria Imaculada Santa Lúcia (FIMI), Piracicaba, desde 2009, mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui pós-graduação em Terapia Familiar Sistêmica, Grupos Operativos (Pichon-Rivière), Uso de
Substâncias Psicoativas, Saúde Mental e Saúde da Família, além de atuar como doula de adoção.
Atualmente, é assessora técnica do Serviço Social Internacional na
Associação Brasileira Terra dos Homens, contribuindo para projetos de
proteção e acolhimento de crianças e adolescentes. Como associada
pesquisadora no NECA-SP (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o
Adolescente) e formadora na área da infância, integra o Grupo de Trabalho
(GT) da Coalizão do Acolhimento Familiar do Movimento Nacional Pró
Convivência Familiar e Comunitária. Possui ampla experiência em formação e
supervisão de equipes de alta e média complexidade do Sistema de Garantia de
Direitos, promovendo qualificação e suporte técnico para profissionais em
todo o território nacional.
Justificativa: A implantação de um Serviço de Acolhimento
em Família Acolhedora (SFA) representa um avanço significativo nas práticas
de proteção à infância e à adolescência no Brasil. No entanto, essa
modalidade ainda é relativamente nova para muitos municípios, o que gera uma
série de desafios e incertezas entre os profissionais que atuam na área.
Apesar das inúmeras potencialidades que o acolhimento em família pode
oferecer, sua implementação efetiva é permeada por complexidades que exigem
um trabalho técnico comprometido e de alta qualidade.
Para garantir que o SFA se torne um espaço verdadeiramente protetivo e
reparador, é fundamental que as ações respeitem as histórias de vida das
crianças, adolescentes e suas famílias. Isso implica em uma compreensão
profunda das dinâmicas familiares, das necessidades emocionais e sociais dos
acolhidos, e das particularidades de cada contexto local. Portanto, a
capacitação contínua dos profissionais envolvidos é essencial para enfrentar
os desafios cotidianos e promover um atendimento de excelência.
Diversos municípios, organizações e profissionais têm expressado a
necessidade de formação especializada e suporte técnico, seja por meio de
cursos, encontros temáticos ou supervisão continuada. Essa demanda reflete a
urgência de um espaço de aprendizado que permita a troca de experiências e a
reflexão crítica sobre as práticas adotadas.
Neste contexto, o curso que propomos visa atender a essa necessidade,
proporcionando um acesso facilitado aos profissionais que atuam na
implementação e operação dos Serviços de Acolhimento em Família Acolhedora.
O curso foi cuidadosamente planejado com base na experiência acumulada pelo
NECA e pela profissional Sara Luvisotto, que, ao longo de suas trajetórias,
identificaram a necessidade de inovações nas estratégias de formação. A
proposta está alinhada aos objetivos da Coalizão pelo Acolhimento em Família
Acolhedora e à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que visa
aumentar a proporção de acolhimentos nessa modalidade de 7% para 25% até
2027.
Com ações práticas e assertivas, o curso proporcionará aos participantes as
ferramentas necessárias para refletir sobre suas práticas, superar os
desafios do dia a dia e aprimorar o atendimento oferecido. Ao capacitar os
profissionais, buscamos não apenas fortalecer a rede de proteção, mas também
garantir que as crianças e adolescentes acolhidos tenham acesso a um
ambiente seguro, acolhedor e respeitoso, que promova seu desenvolvimento
integral e bem-estar.
Objetivo: capacitar profissionais dos Serviços de
Acolhimento em Família Acolhedora e demais interessados no tema: da
mobilização e captação até as fases de preparação, avaliação, habilitação e
acompanhamento das famílias acolhedoras, famílias de origem/extensa e
acolhidos.
Público a ser alcançado:
-
Equipes técnicas Serviço de Acolhimento em Família
Acolhedora -
Profissionais do Sistema de Garantia do Direito
-
Profissionais das diversas políticas públicas
Metodologia: A metodologia proposta para o curso visa
assegurar a qualidade de vida das crianças e adolescentes em situação de
desproteção social, promovendo um trabalho colaborativo e eficaz com suas
famílias e comunidades. Para isso, é essencial que a equipe envolvida
compreenda seu papel e esteja devidamente preparada para enfrentar os
desafios diários que surgem nesse contexto.
Abordagem Formativa:formação será estruturada em dois eixos
principais: formação pontual e formação continuada.
. Esses dois aspectos são fundamentais para a construção de conhecimentos e
habilidades, permitindo a troca de experiências e a reflexão crítica sobre
as práticas adotadas. A metodologia será baseada nos seguintes recursos e
estratégias:
-
Aulas Online
-
Conveniência e Flexibilidade:
As aulas serão oferecidas em formato online,
permitindo que os participantes acessem o
conteúdo de qualquer lugar, sem barreiras
geográficas. Essa flexibilidade é crucial para atender às
diversas realidades dos profissionais que atuam no
acolhimento familiar.
-
-
Material de Apoio
-
Apostilas e PDFs: Todas
as aulas serão acompanhadas de materiais apostilados, que
facilitarão a compreensão dos conteúdos abordados. Os
participantes poderão baixar os PDFs para estudo offline,
permitindo uma revisão mais aprofundada das informações
discutidas.
-
-
Lives Temáticas
-
Transmissões ao Vivo: O
curso incluirá palestras ao vivo com convidados especiais,
proporcionando uma oportunidade para interagir diretamente
com especialistas da área. Essas
transmissões permitirão discussões
enriquecedoras sobre temas relevantes e atuais relacionados
ao acolhimento familiar.
-
-
Acervo de Materiais Complementares
-
Recursos Diversificados: Um
rico acervo de materiais complementares será
disponibilizado, incluindo vídeos, livros,
manuais e outros conteúdos indicados. Esses
recursos visam enriquecer os estudos e ampliar os
conhecimentos dos participantes sobre as melhores práticas
no acolhimento familiar.
-
-
Dinâmicas de Grupo e Discussões de Caso
-
Aprendizado Ativo: O
processo de formação será dinâmico e interativo, utilizando
leituras de textos, dinâmicas em grupo e discussões de caso.
Essas atividades permitirão que os participantes reflitam
sobre suas práticas, compartilhem
experiências e construam novas estratégias
de atuação de forma colaborativa.
-
-
Vivências Práticas
-
Experiências Reais: O
curso incluirá momentos de vivência prática, onde os
participantes poderão aplicar os conhecimentos adquiridos em
situações reais ou simuladas, facilitando a consolidação do
aprendizado e a adaptação das estratégias às suas realidades
locais.
-
Essa abordagem metodológica visa não apenas transmitir conteúdos teóricos,
mas também promover um espaço de aprendizado contínuo e colaborativo. Ao
final do curso, espera-se que os participantes estejam mais bem preparados
para atuar nos Serviços de Acolhimento em Família Acolhedora, contribuindo
para a criação de um ambiente seguro e acolhedor para crianças e
adolescentes, respeitando suas histórias de vida e promovendo sua dignidade
e bem-estar.
Conteúdo programático:
-
História do acolhimento no Brasil, parâmetros legais. O que
é o Acolhimento Familiar, desafios e avanços. -
O papel da família acolhedora, perfil, formação e acompanhamento.
-
Estratégias para divulgar e captar famílias acolhedoras.
-
Formação e Acompanhamento das famílias acolhedoras.
-
Vínculo e Desenvolvimento.
-
Relatórios e Registros.
-
Agressividade e Limites.
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Transições no acolhimento, como preparar a família de origem, acolhedora e acolhido para a despedida – estratégias
de ação: Chegadas e Partidas. -
Como trabalhar com histórias de vida no acolhimento
familiar. -
O trabalho com as famílias de origem no acolhimento.
-
Metodologia de trabalho com famílias: genograma, ecomapa, e linha da vida.
Clique aqui e saiba mais sobre o curso com a professora Sara Maria
Soares Luvisotto.
Investimento:
Valor por inscrição: R$648,00 (Seiscentos e quarenta e oito reais)
Consulte desconto na inscrição de 3 ou mais técnicos da mesma instituição.
Forma de contratação e pagamento: Empenho – Transferência Bancária, Boleto ou Pix.
Certificação:
• O Certificado Digital será encaminhado por e-mail, no
prazo de 5 dias úteis, após o término de cada formação.
• É proibida a captação de som ou imagem das aulas, bem
como o seu compartilhamento por qualquer meio de comunicação ou mídia
eletrônica.
• A confirmação do curso e sua realização nas datas
programadas está condicionada a um número mínimo de inscritos/as com
participação confirmada.
• Este curso pode ser oferecido exclusivamente para seu
município.
• Outras formações poderão ser elaboradas de acordo com a
sua demanda.
• Mais informações pelo e-mail: cursos2026@neca.org.br
FAÇA JÁ A SUA INSCRIÇÃO CLICANDO NO BOTÃO ABAIXO.
REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA ATUAÇÃO DE PSICÓLOGAS(OS) NA REDE DE PROTEÇÃO ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL
Publicação original: https://www.facebook.com/crprj/
O Sistema Conselhos de Psicologia lançou as “Referências Técnicas para atuação de psicólogas(os) na Rede de Proteção às Crianças e Adolescentes em situação de violência sexual”, produzidas no âmbito do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas (CREPOP).
Esta publicação é uma revisão da antiga publicação “Serviço de Proteção Social a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e suas Famílias: referências para a atuação do psicólogo”, publicada pelo CFP em 2009.
Esta revisão traz significativas modificações, inclusive quanto ao título. Importante reafirmar o Princípio Fundamental II do Código de Ética do Psicólogo, o qual preconiza que a(o) profissional “contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
André Rangel (CRP 05/19996), coordenador do Eixo Infância e Juventude da Comissão Regional de Direitos Humanos do CRP-RJ, e psicólogo atuante em política pública de atenção à criança e ao adolescente, contextualizou: “Esse documento é primordial para pensarmos as práticas psicológicas no contexto do sistema de garantias de direitos e, por essa razão, como contribuição para a proteção, mas também para a promoção da autonomia da criança e do adolescente. Estamos falando de uma realidade política nacional de conquistas históricas, que concorreram para uma mudança de paradigma, pois a visão da criança e do adolescente como sujeito detentor de direitos e em situação peculiar de desenvolvimento, começa a ser desenvolvida, no Brasil, a partir da Constituição Cidadã de 1988 e se consolida com o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente. Também é a partir da Constituição de 88 que se abre espaço na sociedade para pensar a importância das políticas públicas garantidoras de direitos humanos, favorecendo este olhar específico voltado para proteção e autonomia”.
“Esta mudança de paradigma provoca uma mudança nos modos de subjetivação relacionados à infância e à adolescência, e com isso a atuação psicológica também muda. Não cabe à Psicologia realizar este trabalho de maneira assistencialista, para sanar as vulnerabilidades, mas sim no âmbito de uma ciência e profissão que possui compromisso ético-político de contribuir para a proteção integral aos direitos da criança e do adolescente”, complementou Rangel.
“A violência sexual contra a criança e o adolescente passa ser vista não mais do ponto de vista individualista (focada apenas no problema do indivíduo), moralizante. Não é um problema de foro íntimo, mas sim um problema que provoca impactos na Saúde pública. Existe todo um contexto cultural, social, multicausal que leva a esta objetificação da criança e do adolescente, que favorece esse tipo de violência. Essas Referências Técnicas vêm consolidar essa perspectiva e propor que a atuação das psicólogas e psicólogos considere os efeitos da violência, de um modo que contribua para a autoproteção da criança e do adolescente. Trata-se de uma publicação com a relevância de redimensionar o fazer psicológico, em que a escuta é pensada de forma ampla, na concepção de rede intersetorial, interdisciplinar, dialogando inclusive com outras esferas da vida da criança e do adolescente, como a escola e a comunidade na qual está inserida”, explicou o psicólogo.
E finalizou, “garantir os direitos da criança e do adolescente passa a ser responsabilidade não somente daquele que cuida diretamente dela, mas da família, da sociedade, do Estado. Desta forma, a visão da responsabilidade pela proteção ou falha na proteção da criança é coletiva”.
Que esse documento possa auxiliar no trabalho no Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes construindo práticas de proteção integral e promoção de direitos humanos.
COMO É PRODUZIDA UMA REFERÊNCIA TÉCNICA
A produção de referências técnicas é realizada pelo CREPOP num processo bastante democrático e participativo, no qual as profissionais que já atuam na política pública investigada são as protagonistas.
Essa produção pode ser dividida em algumas etapas: primeiro é realizado o levantamento de campo com a identificação dos marcos lógicos e legais, as informações sobre a implementação da política pública estudadae os locais de atuação profissional. Também é verificado o quantitativo de profissionais e os conselhos de controle social, fóruns e movimentos sociais atuantes na temática investigada.
Depois é feita uma investigação da prática. Essa investigação possui uma etapa quantitativa com um questionário online e uma etapa qualitativa, com entrevistas às profissionais que já atuam nesta política pública. Por fim, é produzido um relatório regional. Na última fase do processo é formada uma comissão Ad Hoc que elabora uma versão preliminar do documento por regionais e depois a nível nacional.
É realizada uma consulta pública para contribuir para esta versão preliminar, reforçando mais uma vez o compromisso democrático, contando novamente com a participação da categoria, para, por fim, publicar uma Referência Técnica de atuação psi em política pública.
As Referências Técnicas refletem o fortalecimento do diálogo que o Sistema Conselhos de Psicologia vem construindo com a categoria através de meios cada vez mais democráticos, orientando e qualificando a prática profissional e reafirmando o compromisso ético-político da Psicologia.
Para ler a Referência Técnica, clique aqui.
VIII Seminário Qualidade dos Serviços de Acolhimento de Crianças e Adolescentes
O NECA, em parceria com a FICE BRASIL e o Movimento Nacional Pró Convivência Familiar e Comunitária (MNPCFC), realizou o […]
VII Seminário sobre Qualidade dos Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes: redefinindo rumos
Para continuar lendo, clique aqui.
VI Seminário de Qualidade do Acolhimento de Crianças e Adolescentes – A adolescência em serviços de acolhimento: desafios, possibilidades e projetos de vida
Para continuar lendo, clique aqui.
Confira o Artigo “O Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua (MNMMR)” escrito por nossa associada, Neusa Francisca
Acesse clicando aqui.
Levantamento Nacional sobre os Serviços de Acolhimento para crianças e adolescentes em tempos de Covid-19: apresentação dos resultados
Confira a publicação ao clicar na imagem.
Publicação Subsídios para a elaboração de Políticas Públicas para crianças e adolescentes em situação de rua, elaborada pelo Neca é aprovada por COMAS-SP
Em resolução de 01 de dezembro de 2020, o CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DE SÃO PAULO – COMAS-SP nº […]




